Como todo processo de profissionalização, o desenvolvimento deste ofício é de natureza lenta e progressiva e vai se fundamentando com a prática , quase diária, da atividade. Para se tornar um ilustrador botânico não falamos de início em "talentos inatos" como única condição para a formação do artista. Partimos do pressuposto que uma pessoa goste de desenhar , que , ao longo de sua vida , tem aproveitado momentos oportunos para praticar o desenho. Somado a isto temos que considerar também o gosto e certo grau de sensibilidade às causas ambientalistas, fator importante e motivador para a prática da arte botânica. Aí temos os ingredientes necessários para a formação do artista botânico. Os passos do trabalho do trabalho do ilustrador botânico, em linhas gerais, são: 1- Observação e análise do material a ser registrado; 2- Elaboração de esquemas gráficos (esboços) evidenciando formas e proporções ; 3- Registro gráfico de texturas características do vegetal, do volume, detalhamentos e cortes do material em estudo; 4- Transporte da figura para o papel definitivo; 5- Acabamento do trabalho (arte finalização) que pode ser em branco e preto utilizando-se o grafite ou o Nanquim e também em cores ,empregando geralmente a aquarela ,neste caso . Como vemos, não se trata de um trabalho rápido. Desde a primeira etapa usamos muita atenção e concentração, observamos todas as características do vegetal como forma, tamanho, tonalidades, textura da superfície das folhas, tipo de nervuras, disposição das folhas e ramos ao longo do caule, peças que compõe as flores, enfim, todas as características que, em conjunto, nos auxiliem a descrever graficamente o vegetal. Ao lado dos aspectos puramente descritivos da ilustração, há também os de caráter expressivo,isto é , os que dizem respeito mais diretamente à arte gráfica ou pictórica. A utilização de conteúdos artísticos na obra é que garante a marca do artista , a personificação de sua obra , sua forma de expressão , sem os quais não poderíamos considerar 'artística' esse tipo de atividade. Denominamos propriamente "Arte botânica" pois o ilustrador para produzir uma obra realmente bela, que impressione o observador , terá que usar dos recursos das artes plásticas como movimento, ritmo, equilíbrio , buscando a harmonização de sua composição artística. Um dia eu chego lá!
A arte de ilustrar plantas é muito antiga e apreciada por povos do mundo inteiro. Desde o tempo dos faraós no Antigo Egito os homens costumavam usar a forma dos vegetais para decorar paredes, vasilhas e vestimenta. Com o desenvolvimento das civilizações a arte botânica evoluiu tanto, a ponto de ser usada para descrever com detalhes uma planta tal qual um texto científico o faz , hoje em dia. Surge então a figura do ilustrador botânico, aquela pessoa que se especializar em ilustrar para a Ciência, contribuindo para a divulgação dos conhecimentos científicos relacionados com a flora em geral. Até pouco tempo atrás (fins do séc XIX e começo do séc. XX) , os naturalistas- cientistas viajantes que percorriam os continentes conhecendo e registrando os ambientes, animais e plantas, não possuíam outro recurso além dos próprios olhos, mãos e lápis para registrar o que viam. Faziam seus primeiros esboços no próprio ambiente onde estavam e depois de retornarem da viagem, em seus estúdios e laboratórios elaboravam belíssimas pranchas detalhadas que são consideradas , hoje, verdadeiras obras de arte A Ilustração botânica portanto, na arte de representar uma planta com a maior fidelidade possível , garantindo perfeito reconhecimento do vegetal. Através de aprimoramento técnico e artístico, o ilustrador capta todas as características formais da planta , traduzindo-as num trabalho expressivo, capaz de sensibilizar o observador. Na atualidade, mesmo possuindo equipamentos fotográficos de alta resolução, pantógrafos, computadores gráficos de adiantada tecnologia, a arte botânica sobrevive pelos seguintes motivos: 1) nem a fotografia é capar de registra uma imagem focalizando-a, isto é, deixando nítida a imagem em todos os pontos, ao mesmo tempo, independente da posição e do tamanho do vegetal . Essa é uma característica do desenho e de técnicas próprias desenvolvidas pelos ilustradores. 2) A arte de desenhar e pintar são uma atividade desenvolvida pelo ser humano e como tal, traz uma satisfação enorme para quem a pratica e também para quem observa os resultados . Há sempre uma boa dose de emoção e sensibilidade que permeia toda atividade artística e, o uso das máquinas por mais evoluídas que sejam, não consegue substituir. A computação gráfica, hoje em dia tão difundida, se presta a inúmeras tarefas que facilitam o trabalho do desenhista , em geral ( quadrinistas, projetistas, designers, etc.), mas no campo específico da ilustração científica ( botânica e zoológica) nada substitui a velha arte de observar, desenhar e pintar da forma mais tradicional possível, como faziam os homens das cavernas.
Quero agradecer a todos vocês que carinhosamente passam aqui pelo meu cantinho e deixam seus comentários, hoje estou comemorando os 1000 acessos e queria deixar um grande abraços a todos vocês.
Este é meu primeiro desenho pintado a lápis de cor, estou feliz com o resultado espero que tenham gostado também.
Uma pedra negra natural de xisto argiloso, contendo partículas de carbono que lhe dão o tom escuro que vai do cinzento ao negro foi muito usada no desenho. É muito macia e parte-se com facilidade em vários pedaços.
Muitos artistas italianos, como Cennino Cennini, Botticeli e Rafael usaram a "pedra negra" da mesma forma que usavam o carvão, com esfuminhos para a misturar e espalhar no desenho, criando assim jogos de claro escuro notáveis. Foi também muito utilizada em papéis de cor e em conjunto com outros riscadores.
Esta mulher é aquela que corre atrás das coisas que realmente quer, aquela que não fica esperando cair nada do Céu, aquela que sabe o que quer, decidida, e feliz com o que é!
Papel Arches 300g. lápis Staedtler 7B e 8B.
Sanguínea
É uma espécie de "giz vermelho", mistura de caulino e hematite e tem um tom castanho-avermelhado escuro, semelhante à terracota e existe numa só dureza.
Conhecida desde o paleolítico, a sanguínea começa a ser usada com profusão por volta de 1500. É na Renascença e Barroco que artistas como Leonardo da Vinci, Rafael e Rubens usam a sanguínea de uma forma notável. Os efeitos de "sufmato" que empregaram são admiráveis. Os artistas italianos usaram imenso a sanguínea, quer isoladamente, quer combinada com outros materiais. A sua cor quente e suave será talvez a razão para ter sido empregue no desenho de representação do corpo humano através da história. O uso combinado da sanguínea, pedra negra e uma espécie de giz branco, foi no séc. XVI usada abundantemente, sobretudo para o retrato. A sanguínea, tal como o carvão e o pastel seco, deve ser fixada, embora neste caso apenas com uma camada suave de fixador apropriado, porque normalmente escurece e perde a luminosidade inicial.
Para que todos não estranhem, vou logo me explicando.
Estou tomando coragem para começar a pintar, sempre quis pintar uma tela, assim como meus amigos bloggers que acompanho com tanto carinho.Infelizmente não sei misturar cores, mexer com tintas, pincéis e etc. Porém sou teimosa, e fiz essa telinha com tinta para tecido da Acrilex, o modelo tirei de uma revista de uma pintora famosa, sei que nem se compara com os que vejo nos blogs por onde ando, e gostaria de pedir para vocês amigos pintores que me ajudassem, deixem seu comentário, sua opinião, sua crítica, assim vocês estarão me ajudando a melhorar, obrigado desde já , abraços da Lis.
Este foi encomendado para dar de presente de dia das Mães. Lápis Staedtler 2B, 4B e lapiseira 0.3 2b, papel Canson 230g. e moldura dourada, com espaço para a dedicatória.
Sépia
É um riscador castanho escuro, cujos pigmentos são extraídos de um molusco e misturados com um mineral do tipo do giz. Usa-se no desenho da mesma forma que a sanguínea. A sépia foi usada pelos artistas ao longo da história para desenhar sobretudo paisagem. Pode ser diluída com água ou misturada no decurso de aguadas e aguarelas, embora de forma controlada para não se perderem as características dos vários materiais.
Imagem feita com exercícios de luz e sombra, e o resultado foi este aqui.
Grandes Mestres
Salvador Dalí
(1904-1989)
Surrealismo
"Como posso querer que meus amigos entendam as coisas loucas que passam pela minha cabeça, se eu mesmo não entendo?", assim pensava o mestre do surrealismo Salvador Dalí, que desenvolveu em suas interpretações e associações irracionais de acordo com o método crítico-paranóico por ele criado.
Nascido em 11 de maio de 1904, na cidade catalã de Figueras (Espanha), Dalí começou a estudar desenho em 1917. Realizou sua primeira exposição individual em 1925, na Galeria Dalmau (Barcelona) e finalmente, em 1928, entrou para o grupo surrealista em Paris, se envolvendo ainda mais com as teorias de Sigmund Freud.
Ainda em 1928, casou-se com sua então amante, Gala Eluard, que apesar de sua musa inspiradora, foi a principal incentivadora da banalização de sua arte. Com o início da Segunda Guerra Mundial, Dalí fugiu para os EUA, onde se tornou uma celebridade, criou grandes obras e inaugurou o Museu Dali.
Os últimos anos de Salvador Dalí foram obscurecidos pela morte de Gala, em 1982, e pela grande quantidade de obras falsas atribuídas a sua autoria. No dia 20 de Janeiro de 1989, Salvador Dalí morre em Figueras e é enterrado no Museu Dalí. Hoje, historiadores afirmam que Dalí, além de um grande artista, era também um showman na divulgação da sua obra.
Este foi meu primeiro desenho feito com carvão, tive muita dificuldade e o resultado não ficou como eu esperava, prometo que vou treinar mais, abraços da Lis Grandes Mestres
Aleijadinho
(1730-1814)
Barroco
Escultor, arquiteto e entalhador, o mineiro de Vila Rica (hoje Ouro Preto) Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, nasceu em 1730 e é considerado um dos mais importantes artistas brasileiros do período colonial.
Filho bastardo do arquiteto e mestre-de-obras português Manuel Francisco Lisboa e de uma de suas escravas, recebeu do pai as primeiras noções de desenho, arquitetura e escultura.
Antes que completasse 50 anos foi pego por uma doença degenerativa, que deformou e atrofiou seu corpo. Estes problemas acabaram desencadeando a perda progressiva do movimento dos dedos das mãos e dos pés. Porém, a doença não o impediu de desenvolver seus trabalhos. Para que pudesse manter atividade, seus escravos costumavam amarrar os instrumentos às suas mãos e o carregavam até os locais de trabalho. No conjunto de sua obra destacam-se os projetos das igrejas de São Francisco de Assis, em Ouro Preto e em São João del Rei, Minas Gerais; as 66 imagens de cedro dos Passos da Paixão e os doze profetas de pedra-sabão, para o Santuário do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas do Campo, Minas Gerais. Morreu na mesma Vila Rica, em 1814.
Jean-François Millet, pintor francês realista do século XIX, criou em suas obras várias representações da vida no campo.
Os seus quadros mais conhecidos são O Angelus e As Respigadoras. A partir de 1849, Millet instala-se em Barbizon, perto da floresta de Fontainebleau. Lá, ele passava as manhãs cuidando do seu jardim, e as tardes eram dedicadas à pintura.
Em suas obras, Millet queria mostrar ao mesmo tempo a rudeza e a nobreza do trabalho no campo. Ele representou muitas cenas da vida no campo sem as idealizar, ao contrário do que faziam os seus contemporâneos. Ele fazia no local os esboços que utilizava depois para compor os seus quadros.
Um dos quadros mais amáveis de Millet é A preocupação maternal onde o artista reflete a simples existência e sensibilidade das pessoas do campo. Em Camponesa a dar de comer aos filhos, é visível a simplicidade do campo e o desdobrar de atenção de uma mãe ao alimentar os três filhos
Canson 230g. lápis Staedtler HB e 2B, Faber Castel 4B e 6B e lapiseira 0.2 B.
Grandes Mestres
Tarsila do Amaral
(1886-1973)
Cubismo
Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 em Capivari, interior do Estado de São Paulo. Era neta de José Estanislau do Amaral, conhecido como "o milionário". O pai de Tarsila herdou apreciável fortuna e diversas fazendas nas quais ela passou a infância e a adolescência. Estudou em São Paulo no Colégio Sion e completou seus estudos em Barcelona, na Espanha, onde pintou seu primeiro quadro, Sagrado Coração de Jesus, aos 16 anos. Casou-se em 1906 com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separou-se dele e começou a estudar escultura em 1916 com Zadig e Mantovani em São Paulo. Posteriormente, estudou desenho e pintura com Pedro Alexandrino.
Em 1920 embarcou para a Europa objetivando ingressar na Académie Julian em Paris. Freqüentou também o ateliê de Émile Renard. Em 1922, teve uma tela admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses. No mesmo ano, regressou ao Brasil e se integrou ao grupo modernista formado por Anita Malfatti, Oswald de Andrade,
Mário de Andrade e Menotti del Picchia. Nessa época, começou seu namoro com o escritor Oswald de Andrade. Voltou à Europa em 1923 e teve contato com os modernistas que lá se encontravam. Manteve estreita amizade com Blaise Cendrars, poeta franco-suiço que visitou o Brasil em 1924. Iniciou sua pintura Pau-brasil dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros. Em 1926, expôs em Paris, obtendo grande sucesso. Casou-se no mesmo ano com Oswald de Andrade. Em 1928 pintou o Abaporu para dar de presente de aniversário ao marido, que se empolgou com a tela e criou o Movimento Antropofágico. Em 1929, expôs individualmente pela primeira vez no Brasil. Separou-se de Oswald em 1930. Viveu com o escritor Luís Martins por quase vinte anos.
Em 1933, pintou o quadro Operários e deu início à pintura social no Brasil. No ano seguinte participou do I Salão Paulista de Belas Artes. De 1936 a 1952, trabalhou como colunista nos Diários Associados. Nos anos 50 voltou ao tema Pau-brasil. Participou em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963, ganhou uma sala especial na VII Bienal de São Paulo e, no ano seguinte, participação especial na XXXII Bienal de Veneza. Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.
Papel Canson 230g. lápis Staedtler 6B, 4B, 2B, B e lapiseira 0.2 B
Grandes Mestres
Van Gogh
(1853-1890)
Expressionismo Rebelde, inclinado à solidão e até mesmo insociável, Van Gogh foi um desajustado em seu lar, em sua terra e em sua sociedade. Desde jovem, teve dificuldade em se adequar aos padrões de sua época e passou por diversos trabalhos, até descobrir sua verdadeira aptidão - a pintura.
Em 1888, deixou Paris e foi para Arles, cidade do sul da França, onde passou a pintar ao ar livre. O sol intenso da região mediterrânea interferiu em sua pintura, e ele libertou-se completamente de qualquer naturalismo no emprego das cores, declarando-se um colorista arbitrário.
Interessou-se pelo trabalho de Gauguim, principalmente pela sua decisão de simplificar as formas dos seres, reduzir os efeitos de luz e usar zonas de cores bem definidas.
Em 1890, passou por várias crises nervosas e, depois de internações e tratamentos médicos, dirigiu-se para Anvers, uma cidade tranqüila ao norte da França. Nessa época, em três meses apenas, pintou cerca de oitenta telas com cores fortes e retorcidas. Em julho do mesmo ano, ele suicidou-se, deixando uma obra plástica composta por 879 pinturas, 1756 desenhos e dez gravuras.
Enquanto viveu, não foi reconhecido pelo público nem pelos críticos, que não souberam ver em sua obra os primeiros passos em direção à arte moderna. Foi o precursor do Expressionismo.
A grafite é um dos alótropos do carbono; é um condutor, e pode ser usado, por exemplo, como os eletrodos de uma lâmpada elétrica de arco voltaico.
A grafite tem múltiplas e importantes aplicações industriais, embora seja mais conhecida popularmente por sua utilização como mina do lápis.
As primeiras minas de grafite foram descobertas em 1400 na Baviera, hoje uma região da Alemanha. A história popular é que, seguindo uma tempestade muito violenta, no dia seguinte os moradores encontraram um número de árvores tinham sido fundidas a baixo, expondo o material preto a vista.As partes foram escavadas mas ainda não se sabia muito bem o que fazer .
Em 1504, descobriram uma mina de grafite em Cumberland, na Inglaterra. Somente no final do século XVIII o químico Karl Wilhelm Scheele comprovou cientificamente, que a grafite era um elemento próprio (carbono).
A grafite da mina inglesa de Cumberland foi de tal forma explorado, que os ingleses passaram a proibir sua exploração sob ameaça de pena de morte. A qualidade da grafite inglês e os lápis com ele produzidos foram desvalorizando-se cada vez mais.
O lápis surge na Alemanha pela primeira vez em 1644 na agenda de um Oficial de Artilharia. Em 1761 na aldeia de Stein, perto de Nuremberg, Kaspar Faber inicia sua própria fábrica de produção de lápis na Alemanha.
A partir de 1839 ocorre um aperfeiçoamento do chamado processo de fabricação da grafite, com a adição de argila; uma invenção quase paralela do francês Conté e do austríaco Hartmuth no final do século XVIII. A partir de então argila e grafite moídos são misturados até formarem uma pequena vara e depois queimados. Através da mistura de argila com grafite tornou-se então possível fabricar lápis com diferentes graus de dureza.
Lothar von Faber aumenta a capacidade de produção de sua fábrica. Após a construção de um moinho de água, a serragem e entalhamento da madeira passam a ser mecanizados e uma máquina a vapor torna a fabricação ainda mais racional. Desta forma está aberto o caminho para a indústria de grande porte.
Em 1856 Lothar von Faber adquire uma mina de grafite na Sibéria, não muito distante de Irkutsk, que produzia o melhor grafite da época. O "ouro negro", como o grafite era chamado, era transportado por terra nas costas de renas ao longo de caminhos inóspitos e acidentados. Somente ao chegar a cidade portuária, o material podia ser enviado de navio para locais mais distantes.
Dos tempos pioneiros até os dias de hoje, tanto a qualidade quanto a forma de produção dos lápis de grafite e dos lápis de cor, foram sendo cada vez mais aprimoradas. Embora a forma e a aparência externa dos lápis tenham sido mantidas iguais até os nossos dias, não é possível comparar os lápis fabricados antigamente com a pureza e seriedade com que os artigos atuais são produzidos.
A grafite pode ser usada praticamente em todas as superfícies, exceto nas plastificadas, onde adere mal. Quase todos os tipos de papel -n lisos, texturados, rugosos - são também um suporte adequado. Papéis como o "Ingres" ou "Canson" são ótimos suportes para trabalhos em valores de cinzento e n"degrades".
O tipo de papel que se usa é importantíssimo, pois determina a forma como a grafite se vai comportar. Papéis coloridos são também frequentemente usados para trabalhos de desenho à grafite.
E ai nós que desenhamos conceguimos desempenhar um trabalho cada dia melhor para vocês, usando é claro materiais de qualidade.